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Própolis – http://www.native.com.br

Abril 23, 2011

Remédio feito por abelhas

 Profissionais indicam a resina contra inflamações nas vias respiratórias e feridas que não cicatrizam, mas não chegam a um acordo sobre o uso preventivo ou sem indicação médica. Com a chegada do inverno, a própolis é freqüentemente lembrada para combater as dores de garganta.

 Mas esse precioso remédio desenvolvido pelas abelhas tem muito mais aplicações. No Japão, ele vem sendo usado como coadjuvante no tratamento contra o câncer, porque ajuda a evitar a degeneração das células.

A bióloga e pesquisadora da Fundação Ezequiel Dias, Esther Margarida Bastos, estuda a própolis verde, produzida em Minas, e afirma que ainda há muito para se descobrir sobre essa resina. As abelhas usam a própolis para vedar a colméia, embalsamar insetos intrusos ou abelhas mortas e fazer a assepsia dos favos.

A resina atua contra a proliferação dos microorganismos. Isso explica a eficiência da substância nos casos de dores de garganta e outras infecções nas vias respiratórias, pois, em caso de uso tópico, combate às bactérias. A mesma explicação vale para o efeito cicatrizante no caso de uso em feridas.

Esther diz que a própolis age como antioxidante e melhora a imunodeficiência. A ação antioxidante é a responsável pelo combate à degeneração das células e, conseqüentemente, ajuda no combate ao câncer e previne o envelhecimento precoce. Por isso, a bióloga indica o consumo diário.

 Ela começou a usar a própolis há cerca de 20 anos para cuidar de si e dos filhos. A farmacêutica e professora da faculdade de farmácia da UFMG Maria das Graças Lins Brandão explica que a ação antioxidante é devido à presença de flavonóides na própolis, que diminuem a quantidade de radicais livres no organismo.

“A abelha é uma farmacêutica perfeita”, compara a professora. As células em processo de degeneração, o que muitas vezes é provocado pelo estresse, perdem elétrons e ficam com a carga positiva, formando os radicais livres. Para voltar a ficar neutras, “roubam” um elétron de outra célula, que entra no mesmo processo e “roubam” outro elétron de outra célula.

Assim acontece uma reação em cadeia. As substâncias antioxidantes interrompem esse processo, fazendo com que um elétron atenda a duas células, simultaneamente. Ao contrário da bióloga, a farmacêutica não aconselha o uso diário da própolis sem indicação médica, pois acredita que pode deixar o organismo com baixa imunidade.

 Mas sabe de estudos em que a própolis é usada na prevenção de doenças respiratórias. Em casos de infecções nas vias respiratórias, Maria das Graças diz que a própolis pode ser usada. “Como acontece com a fitoterapia, se não melhorar como primeiro recurso, é preciso procurar um médico”, aconselha.

VARIEDADE

Além da própolis verde, no Brasil há registros dos tipos marrom, preta e vermelha. Esther explica que a verde é a mais usada porque foi a mais estudada. Ainda não se sabe sobre as propriedades dos outros tipos, mas a bióloga está certa de que eles também poderão ser usados como medicamentos.

Ela começou um estudo sobre as própolis marrom e preta. A vermelha, que é produzida no litoral do Nordeste brasileiro, de acordo com estudos preliminares, assim como a verde, combate tumores. Esther afirma que os japoneses usam a própolis há muitos anos como medicamento.

No Brasil, ela é classificada como alimento de origem animal pelo Ministério da Agricultura. O País produz o extrato de própolis que os japoneses compram e com o qual desenvolvem remédios. A bióloga diz que o extrato pode ser tomado como alternativa. Ela aconselha que o consumidor observe se o extrato é da própolis verde produzida em Minas.

 A concentração do extrato deve ser de 30%. Ou seja, para cada 70 partes de álcool de cereal, são usadas 30 partes da própolis. Não há como cultivar o alecrim do campo para produzir a própolis, pois é uma planta que se propaga com o vento.

Geralmente, nasce em locais de solo pouco fértil, em áreas degradadas, como o ambiente de mineração. Fonte: http://www.saudeplena.com.br/noticias Todas as informações contidas neste site são de caráter apenas informativo, baseadas na fonte indicada, e de total responsabilidade dos sites e/ou autores respectivos.

 Antes de se submeter a qualquer tratamento, procure um médico ou terapeuta experiente e habilitado para orientação.

fonte: http://www.native.com.br

indicação de site sobre saúde:  http://www.saudeplena.com.br/

tags própolis antibiótico natural

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